Exame Fator VII de Coagulação
Exame Fator VII de Coagulação
R$ 125,00
Exame Fator VII de Coagulação
R$ 125,00
Informações da coleta
Prazo do resultado
5 dias úteis
Material coletado
PLASMA CITRATADO CONGELADO
Método de coleta
Quinta-feira
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas. (FAT7)
Exame Fator VII de Coagulação
Agende o exame de sangue que avalia o Fator VII, uma das proteínas responsáveis por iniciar o processo de coagulação sanguínea.
O que é o exame de Fator VII de coagulação?
O exame de Fator VII é um teste laboratorial que mede a quantidade e a atividade da proteína também conhecida como Fator Estável ou Proconvertina no organismo.
O Fator VII é uma das proteínas que compõem a chamada cascata de coagulação: um conjunto de reações que o organismo aciona, em sequência, para formar um coágulo e estancar um sangramento quando há uma lesão em um vaso sanguíneo.
Esse fator tem um papel de destaque nesse processo por ser o primeiro a dar início à chamada via extrínseca da coagulação, e também por ter uma meia-vida curta: ou seja, sua concentração no sangue cai rapidamente quando há algum problema que afete sua produção. Por isso, o Fator VII costuma ser um dos primeiros sinais a se alterar em situações como deficiência de vitamina K ou doenças do fígado.
O Exame Fator VII de Coagulação é realizado por meio de uma coleta de sangue. Após a coleta, o sangue é processado em laboratório para separar o plasma, que é a parte líquida do sangue onde os fatores de coagulação são analisados.
O plasma coletado é mantido em condições adequadas e, posteriormente, analisado por um método específico, o coagulométrico, para avaliar a atividade do Fator VII de Coagulação.
Um resultado alterado no exame de Fator VII não define, por si só, um diagnóstico. Ele deve ser interpretado pelo médico em conjunto com outros exames de coagulação, o histórico clínico e, quando necessário, o histórico familiar do paciente.
Para que serve o exame de Fator VII?
O exame pode ajudar a identificar uma deficiência do Fator VII, uma condição que pode ser hereditária e, em alguns casos, causar sangramentos graves desde os primeiros anos de vida, como sangramentos no cérebro ou sangramentos repetidos nas articulações.
A deficiência do Fator VII também pode surgir ao longo da vida. Nesses casos, pode estar relacionada a problemas no funcionamento do fígado, doenças autoimunes, alguns tipos de câncer ou ao uso de medicamentos anticoagulantes por via oral.
O médico pode solicitar esse exame diante de sangramentos sem causa aparente, antes de procedimentos cirúrgicos em pacientes com histórico de sangramento, para investigar alterações em outros exames de coagulação (como o TAP) ou para monitorar pacientes com doença hepática ou em uso de anticoagulantes.
Quais as doenças relacionadas ao exame de coagulação?
O exame de Fator VII pode estar associado à investigação de:
- Deficiência de vitamina K: condição em que a produção de fatores de coagulação dependentes dessa vitamina, incluindo o Fator VII, fica comprometida;
- Insuficiência hepática: como o fígado produz o Fator VII, doenças que comprometem seu funcionamento podem reduzir os níveis dessa proteína no sangue.
É necessário algum tipo de jejum ou preparo para realizar este exame?
Sim. É aconselhável um jejum de 4 horas antes da coleta.
Informe ao médico ou ao laboratório sobre o uso de medicamentos anticoagulantes ou outros que possam interferir na coagulação.
Conteúdo revisado por: Camila Weber, Farmacêutica e Bioquímica (CRF-PR 15.904).
Responsável Técnico: Dr. Gustavo Aguiar Campana (CRM-SP 112181).
Perguntas frequentes
Isso acontece porque o Fator VII tem uma meia-vida muito curta no sangue, ou seja, ele é degradado rapidamente e precisa ser reposto constantemente pelo fígado. Assim, quando há uma queda na produção desse fator, seja por deficiência de vitamina K, doença hepática ou uso de anticoagulantes, o Fator VII costuma ser um dos primeiros a apresentar níveis reduzidos, antes mesmo de outros fatores de coagulação.
Sim. Medicamentos anticoagulantes orais, como a varfarina, agem justamente reduzindo a produção de fatores de coagulação dependentes de vitamina K, entre eles o Fator VII. Por isso, é fundamental informar ao médico e ao laboratório sobre qualquer medicamento em uso antes da coleta, para que o resultado seja interpretado corretamente dentro desse contexto.
Não necessariamente. A deficiência de Fator VII pode ser hereditária (uma condição rara, presente desde o nascimento) ou adquirida, por exemplo, por doença no fígado, deficiência de vitamina K ou uso de certos medicamentos. Somente o médico, avaliando seu histórico clínico e familiar junto ao resultado do exame, pode indicar a causa mais provável e conduzir a investigação adequada.
